terça-feira, 20 de maio de 2025

Biodiversidade


Biodiversidade foi uma palavra que apareceu na década de 80, uma época muito marcada por discussões sobre o comportamento negativo dos seres humanos para com as outras espécies de seres vivos. De facto, a humanidade foi acusada de contaminar recursos naturais e de perigar a sobrevivência de diversas espécies animais e vegetais. Em 1989, Walter G. Rosen presidiu ao primeiro fórum sobre biodiversidade biológica.

Francisca Gameiro, 3.º Ano


 

Quiz de Educação Ambiental

 O que devemos fazer para proteger o ambiente?

  1. Deitar lixo para o mar e para o chão.
  2. Fechar a torneira quando não a estamos  usar.
  3. Fazer fogueiras nas florestas.
 Para preservar as espécies, o que fazer?

  1. Não cortar as árvores.
  2. Maltratar os animais.
  3. Praticar caça predatória.
O que podemos fazer em casa para combater o desperdício?
  1. Depositar pacotes de leite no cesto do lixo orgânico.
  2. Requisitar um compostor na Valorlis.
  3. Despejar óleo no lava-loiça.

quarta-feira, 14 de maio de 2025

Visita da Diretora do Agrupamento


I
Já vai alto o Sol no céu redondo,
O relógio marca as horas, como é seu hábito,
E um passarinho diz-me que hoje haverá visitas,
e, passo a citar, “de pessoas importantes e distintas”.

II
Nos corredores soa a campainha três vezes,
Três vezes, não duas, mas também não mais do que isso.
Devem ter chegado aqueles por quem eu esperava
Melhor ir ver quem é, melhor ir ver quem toca.

III
Ah, já sei quem é: é Senhora Diretora do Agrupamento.
Vem alinhada, engomada e aprumada,
De mãos unidas sobre o casaco,
Com um sorriso simpático a enfeitar o rosto.

IV
Entra e reunimo-nos num salão feito à medida,
Sentamo-nos em semicírculo no chão, de pernas cruzadas,
Na expectativa de saber
O que terá esta senhora a dizer.

V
Chega-se à frente a senhora distinta
Que connosco quer falar,
É de facto a Diretora
Não me enganei, é ela.

VI
Apresenta-se com respeito pelas normas,
Fala de educação e outros assuntos,
Da importância de saber coisas
E de criarmos um mundo melhor.

VII
Medalha colegas do ano anterior,
Elogiando imenso o seu valor,
Há parabéns para aqui e para ali,
Acompanhados de apertos de mão sinceros e firmes.

VIII
O ponteiro vai rodando no mostrador
E a hora da visita tem que ter um fim,
A saída faz-se com acenos comovidos,
Lágrimas nos olhos e óculos embaciados.

X
É bom saber que há quem zele por nós,
Que perca horas a fio a preparar o meu futuro,
Que faça trabalhos aborrecidos pela noite dentro,
Sempre a pensar no que poderei ser e saber.
Obrigado

sábado, 10 de maio de 2025

Póster Eco-Código

1.  Não gastes eletricidade se não houver necessidade

2. A torneira fechar quando não a estamos a usar

3. O ambiente é amigo de toda a gente

4. Um oceano limpo brilha como um brinco

5. Tufões, secas e inundações são fruto de más decisões

6. O nosso futuro depende do ar puro

7. Com o lixo da garagem podes fazer reciclagem.

8. Para passear, a decisão mais correta é andar de bicicleta.

9. Há necessidade de preservar a diversidade.

10. Quando brinco no recreio devo fazê-lo com asseio.

11. Opta pelas energias renováveis, pois são mais saudáveis.

12. Se para o lixo orgânico queres um contentor, requisita um compostor



EcoLabirinto












Mensagens de Sensibilização Ambiental 2025

Bruna Silva, 4.º Ano

Mariana Silva, 4.º Ano

Mário Gameiro, 3.º Ano

Miguel Silva, 4.º Ano

Soraia Francisco, 4.º Ano



 

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Alterações Climáticas

Alterações climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima. Essas mudanças podem ser naturais como por meio de variações no ciclo solar. A principal causa das alterações climáticas é o efeito de estufa. Alguns gases presentes na atmosfera terrestre funcionam como as paredes de vidro de uma estufa retendo o calor do sol e impedindo-o de escapar para o espaço o que contribui para o aquecimento do planeta.
Miguel Silva, 4.º Ano

As alterações climáticas referem-se às variações dos padrões meteorológicos de longo prazona Terra, como a temperatura, os níveis do mar e a precipitação.
As alterações climáticas são uma consequência da combustão dos fósseis (petróleo, carvão e gás natural) que aquece a atmosfera.
Se não fossem os gases poluentes, a temperatura seria de dezoito graus, mas as atividades humanas diárias maximizam o aquecimento do planeta, também chamado de efeito de estufa.
Apesar dos compromissos internacionais, o nível do dióxido de carbono na atmosfera continua a aumentar e, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial, este atingiu um novo recorde: em 2019, aumentou mais de cento e cinquenta por cento em relação a 1750.
Nicole Ferreira, 3.º Ano

As alterações climáticas são variações no clima que persistem durante décadas. Isso acontece devido a forças naturais e humanas com efeitos na atmosfera. As alterações climáticas tornam mais escassa a água em muitas regiões.
O efeito de estufa é a principal causa deste problema. Alguns dos gases presentes na atmosfera são como paredes de vidro de uma estufa: impedem o calor de escapar para o espaço, levando a temperatura a aumentar demasiado.
O aquecimento do planeta é responsável pelas secas, inudações, incêndios e pelo avanço do mar na zona costeira. Estes flagelos afetam os recursos hídricos, a agricultura, a saúde, a biodiversidade a a economia das comunidades.
Soraia Francisco, 4.º Ano

segunda-feira, 24 de março de 2025

Superpoderes das Hortícolas em S.Simão de Litém

As hortícolas laranjas ajudam, ajudam

No superpoder da visão…


As hortícolas roxas ajudam, ajudam

O superpoder da concentração…


As hortícolas verdes ajudam, ajudam

os músculos a ficarem fortes e resistentes.


As hortícolas vermelhas ajudam, ajudam

na proteção do coração.


E as amarelas dão o superpoder 

da resistência dos nossos ossos.


E com estes superpoderes, superpoderes 

Temos um corpo saudável.

Gabriel Ferreira, 3.º Ano

domingo, 9 de março de 2025

Quadras para a Cerimónia do Hasteamento da Bandeira Verde

 

I

Haverá no mundo gente

que se preocupe com o ambiente?

Haverá quem o não ofenda?

Haverá quem o defenda?

 

II

Haverá quem lhe estenda a mão?

Quem lhe dedique uma canção?

Ontem, ouvi dizer que sim,

Que nem tudo é assim tão ruim.

 

III

A Natureza tem muitos inimigos,

E  enfrenta enormes perigos,

Há por aí fumos, lixos e venenos

Que sujam e abalam os terrenos.

 

IV

No céu azul vejo fumos e poeiras,

Que se misturam no ar de todas as maneiras,

Se à terra descem e apanham alguém

Prejudicam todos e não poupam ninguém.

 

V

Os pesticidas amarelecem as plantas,

Entram pela boca, irritam as gargantas,

Não matam somente ervas daninhas,

Mas também sapos, aves e abelhinhas.

VI

Paira no ar um pó feio e espesso

E quando o respiro logo estremeço

Pergunto de onde vêm as poeiras

E há quem diga que são das pedreiras.

 

VI

No mar, navega um barco carregado

De diluentes e óleo contaminado,

Se por um azar encalha e afunda,

Mancha a praia de pasta negra e imunda.

 

VII

Vejo condutas ao longo das águas

De boca aberta a despejar as suas mágoas,

As suas lágrimas formam sopas malcheirosas

Que flutuam em ribeiras asquerosas.

 

VIII

Um caçador furtivo aponta a arma ao horizonte

E com um só tiro mata o rinoceronte,

Se o deixarem mata todos os que encontrar,

Até com a espécie toda acabar.

 

IX

Nos oceanos flutuam plásticos coloridos

Que são verdadeiras armadilhas para os peixes

Se calha a um deles os engolir

Pode asfixiar e se extinguir.

 

X

E os incêndios são outra ameaça,

Que não poupa nem cor nem raça,

As criaturas  tentam fugir dele para lugar seguro,

Mas não veem o caminho no fumo escuro.

 

XI

Nas rua, buzina a carrinha acelerada,

Na avenida, é grande a fumarada

É medonha a confusão aí instalada,

Para mais, deixa a gente irritada.

 

XII

 Para piorar, os fumos aquecem os ares,

Derretem de masinho os gelos polares

Sobem os níveis das águas salgadas

E ocupam as praias ensolaradas.

 

XIV

E. vendo tudo isto, o que fazer

No meio de tanto desprazer?

Acordar e fazer algo pelo planeta,

Gritar, estrebuchar, tocar trompeta…

 

XV

Declarar guerra cruel à poluição,

Soprá-la para longe, picá-la com ferrão,

Não lhe dar tréguas nem descanso,

Até que ela se torne inimigo manso.

 

XVI

Icemos uma bandeira de protesto

Contra tudo aquilo que detesto.

Não gosto de fumos pestilentos,

Nem de esgotos fedorentos.

 

XVII

Não gosto de máquinas ruidosas

Nem de fábricas ruinosas,

Quero um ambiente que não tenha nada disto

E que por todos seja bem-visto.